Jornal O Repórter Regional

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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

o bicho vai pegar


Será que alguem vai se habilitar?Tô sabendo que 4 vereadores fecharam questão para não aumentar o numero de vereadores. Pelo que me informaram são. Roberto Grava,Bianco, Nildão e Cilas MoraiE

3 comentários:

Anônimo disse...

“Estamos assistindo esses segmentos construírem uma opinião pública que defende o encolhimento da democracia representativa por meio de uma campanha bem orquestrada que atira aos leões o Legislativo, como se ali residisse a gênese da tragédia social e urbana contemporânea”.
“No que se refere ao direito à informação os cidadãos têm de conhecer a totalidade dos fatos de modo independente e por meio de dados necessários para formarem sua própria opinião.
Mas, não é o que ocorre em relação ao tema dos vereadores, pois os principais órgãos de imprensa local aderiram a uma forte campanha de difamação e descarte do Poder Legislativo.
É certo que a atuação parlamentar vem frustrando a sociedade sob diversos aspectos, mas é um equívoco achar que esse problema será resolvido com a diminuição do número de vereadores.
Nesse contexto o legislativo deverá implantar mecanismos democráticos de participação popular, por exemplo, com espaços mais livres nas sessões para manifestações de entidades, com convocação de mais audiências, reuniões e consultas públicas para debater todos os assuntos importantes para os cidadãos, como o orçamento municipal, as prestações de contas, as alterações dos marcos de planejamento, a criação das leis de licitação, fortalecendo de fato os legítimos representantes do povo e contribuindo pela autonomia do poder Legislativo Municipal.
A posição dos participantes desse movimento que defende a recomposição do número de vereadores se vincula a valores republicanos encerrados na Carta de fundação do Fórum Maringaense pelo Direito às Cidades, especialmente quando define que "O reconhecimento do Direito à Cidade, como direito coletivo depende do fortalecimento de espaços institucionais com representação dos diversos segmentos da sociedade com poder de decisão sobre assuntos estratégicos como orçamentos, planos diretores, projetos de grande impacto e controle social sobre os recursos públicos".
Desqualificar o voto dos eleitores e o exercício legítimo do poder legislativo em nada contribui para o fortalecimento da necessária autonomia dos vereadores, mas, ao contrário, a fragiliza ainda mais.


Ana Lúcia Rodrigues
Professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e coordenadora do Observatório das Metrópoles-Núcleo Maringá

Anônimo disse...

“Estamos assistindo esses segmentos construírem uma opinião pública que defende o encolhimento da democracia representativa por meio de uma campanha bem orquestrada que atira aos leões o Legislativo, como se ali residisse a gênese da tragédia social e urbana contemporânea”.
“No que se refere ao direito à informação os cidadãos têm de conhecer a totalidade dos fatos de modo independente e por meio de dados necessários para formarem sua própria opinião.
Mas, não é o que ocorre em relação ao tema dos vereadores, pois os principais órgãos de imprensa local aderiram a uma forte campanha de difamação e descarte do Poder Legislativo.
É certo que a atuação parlamentar vem frustrando a sociedade sob diversos aspectos, mas é um equívoco achar que esse problema será resolvido com a diminuição do número de vereadores.
Nesse contexto o legislativo deverá implantar mecanismos democráticos de participação popular, por exemplo, com espaços mais livres nas sessões para manifestações de entidades, com convocação de mais audiências, reuniões e consultas públicas para debater todos os assuntos importantes para os cidadãos, como o orçamento municipal, as prestações de contas, as alterações dos marcos de planejamento, a criação das leis de licitação, fortalecendo de fato os legítimos representantes do povo e contribuindo pela autonomia do poder Legislativo Municipal.
A posição dos participantes desse movimento que defende a recomposição do número de vereadores se vincula a valores republicanos encerrados na Carta de fundação do Fórum Maringaense pelo Direito às Cidades, especialmente quando define que "O reconhecimento do Direito à Cidade, como direito coletivo depende do fortalecimento de espaços institucionais com representação dos diversos segmentos da sociedade com poder de decisão sobre assuntos estratégicos como orçamentos, planos diretores, projetos de grande impacto e controle social sobre os recursos públicos".
Desqualificar o voto dos eleitores e o exercício legítimo do poder legislativo em nada contribui para o fortalecimento da necessária autonomia dos vereadores, mas, ao contrário, a fragiliza ainda mais.


Ana Lúcia Rodrigues
Professora da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e coordenadora do Observatório das Metrópoles-Núcleo Maringá

Anônimo disse...

eu queria perguntar se o padre decio que esta orquerstrando esse movimento contra a camera de veradores se ele nao tem nada para faser na paroquia dele,sera que aquidiocesse o bispo dom anuar sabe desse movimento dele e que,a sua paroquia esta jogada as moscas?,ninguem encontra padre decio na paroquia, a reclamacao dos fieis de todos os lados no jardim esperanca,enquanto ele fica corredno atras de interresse politico, o seu rebanho esta abandonado ao leus,padre decio vai cuidar do seu rebanho qual foi determinado pela igreja deixa a parte politica para os leigos que nao é assunto de padre