Jornal O Repórter Regional
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Marcia Mara faz show em Altamira - Estado do Pará
Sábado(02) próximo a cantora Marcia Mara estará fazendo um grande show em Altamira Estado do Pará na reinauguração da Casa de Shows Clube da Viola. Márcia Mara recentemente fez um grande show no Rodeio da Uva Fina em Marialva. O povão, (cerca de 5.000)acompanhou a bonitona na cantoria.Realmente Márcia Mara tem agradado bastante o público de todas as idades.
Celulares na cadeia
JJá falamos aqui e retornamos a falar. Os presos gozam de regalias com celulares dentro da cadeia para ligar para seus cúmplices e até namoradas do lado de fora.É necessário uma boa revista nas carceragens de Sarandi e Maringá.
mulher leva drogas para filho numa pasta de dentes
Uma mulher foi presa ontem em Sarandi ao levar para delegacia um tubo de pasta de dente recheado com 15 gramas de maconha. O tubo seria entregue para o filho dela, que está preso por roubo.
Não é a primeira vez que a mulher, de 49 anos, tenta ajudar o filho na cadeia. Ela já havia sido flagrada tentando passar uma bateria de celular para o rapaz.Blog do Linjardi
Não é a primeira vez que a mulher, de 49 anos, tenta ajudar o filho na cadeia. Ela já havia sido flagrada tentando passar uma bateria de celular para o rapaz.Blog do Linjardi
Casas do conjunto Mauá estão com problemas
Segundo um morador do conjunto Residencial Mauá, as casas deste conjunto estão com problemas.chovem dentro em virtude de uma falha na instalação do aquecimento solar. Segundo o morador, os moradores farão uma reunião e vão em bloco recvla,mar na CEF e se possivel pedir a quitação dos imóveis.
Entrega da Clinica Materno Infantil em Sarandi foi adiada
A Prefeitura Municipal de Sarandi comunica que a entrega da Clinica Materna Infantil que seria feita na sexta-feira às 9h30min, foi adiada por causa das chuvas dos últimos dias. A nova data para a entrega do prédio ainda não foi marcada. Assessoria de imprensa
Recursos de R$ 100,9 milhões são liberados para escolas públicas
Programa Dinheiro Direito na Escola (PDDE) presta assistência financeira, em caráter suplementar, a instituições de educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal. O orçamento do programa para este ano chega a R$ 1,5 bilhão. O repasse dos recursos é de responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Jornal O REPORTER REGIONAL PROMOVE JANTAR PARA COMEMORAR OS SEUS 18 ANOS
Com mais de 40 convites já reservados( 80 pessoas) O jornal O Repórter Regional promove dia 18 de julho próximo um jantar por adesão que acontecerá no Restaurante Xaruá com acomodação especial para 140 pessoas sentadas. O Jantar com cardápio especial, (anexo) com certeza terá a presença de diversas autoridades da cidade e região. A cantora Márcia Mara e o cantor Valdo Mendes estarão presentes e com certeza darão uma boa palhinha. Ao final os amigos do jornal ganharão um brinde surpreza
quarta-feira, 29 de junho de 2011
PROGRAMA Aô BARULHO
com um repertório próprio e com frases que vão ficar na linguagem do povo, como "trem cosquento" "Simplão igual painél de Jipe", Fernandinho Santana vai pavimentando uma boa audiência na Rádio Sarandi FM das 2o.00 as 22.00 horas,, como o seu Programa Aô Barulho, só modão sertanejo. Hoje(29) fui um dos convidados para falar no seu programa sobre os 18 anos do jornal O Repórter Regional e me foi perguntado diversos assuntos da politica de Sarandi. Parabéns,Fernandinho pelo seu Programa.
Convite a Fruet será decidido por PV de Curitiba
O atual vice-presidente do Partido Verde do Paraná e deputado estadual Rasca Rodrigues esclareceu, na terça-feira (dia 28), que o novo comandou estadual da legenda, presidido pela deputada federal Rosane Ferreira, não deliberou nenhum convite oficial ao ex-deputado Gustavo Fruet para disputa da prefeitura de Curitiba no ano que vem.
Segundo Rasca, o partido construirá uma nova direção municipal que ficará responsável por encaminhar os rumos do PV em Curitiba. “Decidir sobre uma disputa municipal é atribuição da direção partidária do município em questão. Depois da implantação do diretório iremos definir se convidamos ou não o Gustavo”, afirmou.
Desde que a nova executiva estadual do PV foi anunciada, na última quinta-feira (dia 23), houveram especulações sobre a aproximação do tucano, mas oficialmente nada de concreto avançou com a mudança de comando dos verdes. Fruet ainda negocia com o PSDB sua permanência ou não para disputa da prefeitura.
Fonte: Assessoria de Imprensa do deputado estadual Rasca Rodrigues (PV)
Segundo Rasca, o partido construirá uma nova direção municipal que ficará responsável por encaminhar os rumos do PV em Curitiba. “Decidir sobre uma disputa municipal é atribuição da direção partidária do município em questão. Depois da implantação do diretório iremos definir se convidamos ou não o Gustavo”, afirmou.
Desde que a nova executiva estadual do PV foi anunciada, na última quinta-feira (dia 23), houveram especulações sobre a aproximação do tucano, mas oficialmente nada de concreto avançou com a mudança de comando dos verdes. Fruet ainda negocia com o PSDB sua permanência ou não para disputa da prefeitura.
Fonte: Assessoria de Imprensa do deputado estadual Rasca Rodrigues (PV)
Comissão aprova fim das coligações nas eleições proporcionais
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta-feira por 14 votos a 6 o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais.
A PEC (proposta de emenda constitucional) aprovada pelos senadores proíbe os partidos políticos de formar coligações nas eleições para a Câmara dos Deputados, Assembleias e Câmaras de Vereadores. Ficam mantidas as coligações somente nas eleições majoritárias –presidente da República, governos estaduais, municipais e Senado.
A proposta, que integra a reforma política em tramitação no Senado, segue para votação no plenário da Casa. Depois de aprovados no Senado, os projetos que integram a reforma política ainda precisam tramitar pela Câmara.
Relator da PEC na comissão, o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) defendeu a mudança ao afirmar que o fim das coligações impede “uniões efêmeras” de partidos que, em muitos casos, não têm nenhuma afinidade política ou ideológica.
“Não raras as vezes os partidos se aglomeram somente durante o período pré-eleitoral por momentânea conveniência política e interesse em aumentar o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão.”
O senador Inácio Arruda (PC do B-CE) apresentou voto em separado para manter as coligações em todas as eleições, mas acabou derrotado pela maioria da CCJ. Arruda disse que as coligações nas proporcionais permitem que os partidos superem “excessivas cláusulas de barreira existentes na maioria dos Estados brasileiros”.
“Com base nas votações obtidas no ano passado, verificamos que sem as coligações apenas três partidos teriam aumentadas as suas bancadas nacionais: PT, PMDB e PSDB. Todos os demais teriam suas bancadas diminuídas.”
Contrário às coligações, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) disse que a maioria dos pequenos partidos são criados apenas para “obtenção de vantagens, para fazer alianças”. “Precisamos acabar com essa baderna”, afirmou.
Para o senador Pedro Taques (PDT-MT), as coligações são uma “verdadeira piada” que enfraquecem siglas sem ideologias. “Temos que fortalecer partidos políticos que sejam ideológicos, que tenham consistência programática, não partidos que servem somente para vender tempo de televisão.”
FEDERAÇÕES
A CCJ rejeitou emenda apresentada pelo senador Antônio Carlos Valadares (PSB-ES) que cria as federações de partidos. Pela proposta do parlamentar, dois ou mais partidos poderiam reunir-se numa federação para atuar como uma única legenda pelo prazo de três anos. As federações teriam que ser registradas na Justiça Eleitoral e observar a fidelidade partidária de seus integrantes.
“Não é a simples coligação que acaba logo após a diplomação dos eleitos. A federação pode ser um embrião de um partido futuro”, disse Valadares.
Apesar dos apelos do líder do PSB, a emenda foi derrotada pela maioria dos integrantes da comissão.
Veja as propostas da reforma política já aprovadas pela CCJ (que ainda precisam passar pelo plenário do Senado):
- Unificação das eleições gerais e municipais, que atualmente ocorrem em períodos diferentes;
- Mudança na data da posse do presidente da República, governadores e prefeitos. Posses dos prefeitos no dia 5 de janeiro, dos governadores no dia 10 de janeiro e do presidente da República no dia 15 de janeiro;
- Projeto que proíbe a transferência de domicílio eleitoral por prefeitos e vice-prefeitos durante o exercício do mandato. O texto é terminativo na comissão e segue para análise da Câmara;
- Fim da figura do segundo suplente de senador e a proibição de que o primeiro suplente tenha relação de parentesco até segundo grau com o titular da vaga;
- Manutenção da reeleição, com mandatos de quatro anos para os cargos eletivos.
Fonte: Folha.Com
A PEC (proposta de emenda constitucional) aprovada pelos senadores proíbe os partidos políticos de formar coligações nas eleições para a Câmara dos Deputados, Assembleias e Câmaras de Vereadores. Ficam mantidas as coligações somente nas eleições majoritárias –presidente da República, governos estaduais, municipais e Senado.
A proposta, que integra a reforma política em tramitação no Senado, segue para votação no plenário da Casa. Depois de aprovados no Senado, os projetos que integram a reforma política ainda precisam tramitar pela Câmara.
Relator da PEC na comissão, o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) defendeu a mudança ao afirmar que o fim das coligações impede “uniões efêmeras” de partidos que, em muitos casos, não têm nenhuma afinidade política ou ideológica.
“Não raras as vezes os partidos se aglomeram somente durante o período pré-eleitoral por momentânea conveniência política e interesse em aumentar o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão.”
O senador Inácio Arruda (PC do B-CE) apresentou voto em separado para manter as coligações em todas as eleições, mas acabou derrotado pela maioria da CCJ. Arruda disse que as coligações nas proporcionais permitem que os partidos superem “excessivas cláusulas de barreira existentes na maioria dos Estados brasileiros”.
“Com base nas votações obtidas no ano passado, verificamos que sem as coligações apenas três partidos teriam aumentadas as suas bancadas nacionais: PT, PMDB e PSDB. Todos os demais teriam suas bancadas diminuídas.”
Contrário às coligações, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) disse que a maioria dos pequenos partidos são criados apenas para “obtenção de vantagens, para fazer alianças”. “Precisamos acabar com essa baderna”, afirmou.
Para o senador Pedro Taques (PDT-MT), as coligações são uma “verdadeira piada” que enfraquecem siglas sem ideologias. “Temos que fortalecer partidos políticos que sejam ideológicos, que tenham consistência programática, não partidos que servem somente para vender tempo de televisão.”
FEDERAÇÕES
A CCJ rejeitou emenda apresentada pelo senador Antônio Carlos Valadares (PSB-ES) que cria as federações de partidos. Pela proposta do parlamentar, dois ou mais partidos poderiam reunir-se numa federação para atuar como uma única legenda pelo prazo de três anos. As federações teriam que ser registradas na Justiça Eleitoral e observar a fidelidade partidária de seus integrantes.
“Não é a simples coligação que acaba logo após a diplomação dos eleitos. A federação pode ser um embrião de um partido futuro”, disse Valadares.
Apesar dos apelos do líder do PSB, a emenda foi derrotada pela maioria dos integrantes da comissão.
Veja as propostas da reforma política já aprovadas pela CCJ (que ainda precisam passar pelo plenário do Senado):
- Unificação das eleições gerais e municipais, que atualmente ocorrem em períodos diferentes;
- Mudança na data da posse do presidente da República, governadores e prefeitos. Posses dos prefeitos no dia 5 de janeiro, dos governadores no dia 10 de janeiro e do presidente da República no dia 15 de janeiro;
- Projeto que proíbe a transferência de domicílio eleitoral por prefeitos e vice-prefeitos durante o exercício do mandato. O texto é terminativo na comissão e segue para análise da Câmara;
- Fim da figura do segundo suplente de senador e a proibição de que o primeiro suplente tenha relação de parentesco até segundo grau com o titular da vaga;
- Manutenção da reeleição, com mandatos de quatro anos para os cargos eletivos.
Fonte: Folha.Com
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