O ex guerrilheiro baiano Calros Marighella que foi considerado o Che Guevara Brasileiro, foi anistiado "pos mortem" pelo governo do Brasil. A portaria foi publicada sexta(09) no Diário Oficial da União assinada pelo Minsitro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Mariguella era mulato de olhos verdes e atuou também contra a revolução militar de 64, mas antes ja um revolucionário. Em 1962 era considerado" inimigo publico número 1" .Foi fundador da Ação Libertadora Nacional que tinha atuação em toda à America .Tinha amigos internacionais famosos, todos ligados ao idealismo politico do PCB
Biografia (Googlo)
Um dos sete filhos do operário Augusto Marighella, imigrante italiano da região da Emília, terra de destacados líderes italianos, e da baiana Maria Rita do Nascimento, negra e filha de escravos africanos trazidos do Sudão (negros hauçás), nasceu na capital baiana, residindo na Rua do Desterro 9, Baixa do Sapateiro, onde concluiu o seu curso primário e o secundário e, em 1934 abandonou o curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica da Bahia para ingressar no PCB). Torna-se então, militante profissional do partido e se muda para o Rio de Janeiro, trabalhando na reorganização do PCB.
Conheceu a prisão pela primeira vez em 1932, após escrever um poema
contendo críticas ao interventor Juracy Magalhães. Libertado,
prosseguiria na militância política, interrompendo os estudos
universitários no terceiro ano, em 1932, quando deslocou-se para o Rio
de Janeiro.
Em 1º de maio de 1936, durante a ditadura na Era Vargas, foi preso por subversão e torturado pela polícia de Filinto Müller.
Permaneceu encarcerado por um ano. Foi solto pela “macedada” (nome da
medida que libertou os presos políticos sem condenação). Ao sair da
prisão entra para a clandestinidade, até ser recapturado, em 1939. Novamente é torturado e fica na prisão até 1945, quando é beneficiado com a anistia pelo processo de redemocratização do país.
Elege-se deputado federal constituinte pelo PCB baiano em 1946, mas perde o mandato em 1948, em virtude da nova proscrição do partido. Volta para a clandestinidade e ocupa diversos cargos na direção partidária. Convidado pelo Comitê Central, passou os anos de 1953 e 1954 na China, a fim de conhecer de perto a recente revolução chinesa. Em maio de 1964, após o golpe militar, é baleado e preso por agentes do DOPS dentro de um cinema, no Rio. Libertado em 1965 por decisão judicial, no ano seguinte opta pela luta armada contra a ditadura, escrevendo A Crise Brasileira. Em dezembro de 1966, renuncia à Comissão Executiva Nacional do PCB. Em agosto de 1967, participa da I Conferência da OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade), realizada em Havana, Cuba, a despeito da orientação contrária do PCB. Aproveitando a estada em Havana, redige Algumas questões sobre a guerrilha no Brasil, dedicado à memória do comandante Che Guevara e tornado público pelo Jornal do Brasil em 5 de setembro de 1968. É expulso do partido em 1967 e em fevereiro de 1968 funda o grupo armado Ação Libertadora Nacional. Em setembro de 1969, a ALN participa do sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em uma ação conjunta com o Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8).[2]
Com o recrudescimento do regime militar, os órgãos de repressão concentram esforços em sua captura. Na noite de 4 de novembro de 1969
Marighella foi surpreendido por uma emboscada na alameda Casa Branca,
na capital paulista. Ele foi morto a tiros por agentes do DOPS, em uma
ação coordenada pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury. A ALN continuou em atividade até o ano de 1974. O sucessor de Marighella no comando da ALN foi Joaquim Câmara Ferreira, que também foi morto por Fleury no ano seguinte. Os militantes mais atuantes em São Paulo eram Yuri Xavier Ferreira, Ana Maria Nacinovic, Marco Antonio Valmont e Gian Mercer
que continuaram fazendo panfletagem contra a ditadura até meados de
1972, quando também foram mortos numa emboscada no bairro da Mooca, ao
saírem do restaurante Varela. Dezoito de seus militantes foram mortos e
cinco foram considerados desaparecidos. O último líder da ALN foi Carlos Eugênio Sarmento da Paz, sobreviveu autoexilando-se na França, e voltando ao Brasil após a anistia.
Em 1996, o Ministério da Justiça reconheceu a responsabilidade do Estado pela morte de Marighella; em 7 de março de 2008 foi decidido que sua companheira Clara Charf deveria receber pensão vitalícia do governo brasileiro [3].
Jornal O Repórter Regional
domingo, 11 de novembro de 2012
4 pessoas baleadas em Sarandi
Na madrugada do dia 10, morradores de Sarandi viveram momentos de terror. Duas pessoas em uma motocicleta atiraram contra várias pessoas que se encontravam na avenida Rio de Janeiro e feriram 4 pessoas, duas se encontram em estado grave no Metropolitano. Entre os feridos estão: Marcos Antonio Ferreira, 44 anos e Adriano Gaharde de Oliveira de 26 anos, mais duas mocinhas uma de 14 anos e outra de 17 . As vitimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e policia está atrás dos criminosos.
Ministro do PSD
O PSD pode ter um ministro ano que vem ou é a senadora Kátia Abreu ou é o atual prefeito paulistano Gilberto Kassab. O convite deve partir da presidenta Dilma. Se assumir Kátia ,o marigaense Ágide Meneghette pode assumir a presidente da Confederação Nacional da Agricultura
nenhum politico na feira
Hoje(10) entregamos a Folha Marialvense na feira livre de Sarandi para que o pessoal tenha uma opção de leitura.domi ngo passado entregamos O Repórter Regional inserido a votação dos candidatos a vereador de Maringá. Na Folha Marialvense de hoje, toda a votação de Marialva. Com excessão do feirante Bill que foi candidato a vereador, nenhum outro politico, eleito e não eleito estiveram na feira. Os jornais que também eram distribuidos por ocasião das eleições desapareceram
Nomes novos para prefeito de Sarandi
Estamos catalogando novos nomes para candidato a prefeito de Sarandi em 2016. já encontramos tgrês dispostos a concorrer ao executivo nas próximas eleições. Entre os nomes, uma mulher.
Alvaro Dias no PMDB?
Segundo as fontes o senador Alvaro Dias tem convite e está conversando com os caciques peemedebistas para retornar ao PMDB. Alvaro Dias é um senador de oposição ao governo federal.E ai, como ficaria a sua postura , já que o PMDB é a base da presidenta Dilma que tem como vice Michel Temer? Se transferir para o PMDB pode ser um forte candidato ao governo do Paraná. No PSDB ele não tem chance
Gastos de campanha
O Diário de hoje tráz quanto os vereadores de Maringá gastaram em suas campanhas. Isso o declarado de fato. Os que mais gastaram foi os dois vereadores do PSDB Flávio Vicente e Marcia Socrepa
UPA de Sarandi
ontem a noite uma mulher me ligou reclamando que não havia médico na UPA. E que foi sugerido ao pai de uma criança que estava enferma dirigir-se para o Hospital Municipal de Maringá, Me parece que o secretário Jair Carneiro, assumiu ou irá assumir a Secretaria de Saúde
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