Em sessão solene nesta
terça-feira (13), a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC),
atualmente presidida pelo deputado federal Edmar
Arruda (PSC), e a mesa diretora da Câmara dos Deputados realizaram
a entrega do Prêmio Transparência e Fiscalização Pública 2012. Neste ano, a categoria
“Sociedade Governamental” premiou o atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab
(PSD/SP), escolhido pela iniciativa pioneira da
prefeitura de São Paulo de divulgar on-line os dados da administração
municipal, ainda em 2009, antes de a Lei de Acesso à Informação entrar em vigor.
Jornal O Repórter Regional
terça-feira, 13 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Mas ele não dizia que estava tudo bem?
Processo de impugnação: Pupin protocola nova defesa no TSE
Angelo Rigon
Foi protocolizada ontem às 17h58 a
nova defesa do agropecuarista Carlos Roberto Pupin (PP) e de seu
candidato a vice-prefeito, Claudio Ferdinandi, possibilidade aberta na
semana passada através de despacho pelo ministro Marco Aurélio Mello, do
TSE, no processo que trata da impugnação do registro da candidatura a
prefeito de Maringá pela coligação “A mudança continua”.As contrarazões no recurso especial eleitoral foram feitas pelo advogado Rodrigo Pereira e estão na Coordenadoria de Processamento. O ministro poderá, ao receber a defesa, abrir nova possibilidade para a manifestação do Ministério Público Eleitoral, que, antes da decisão monocrática do início de outubro, já havia se colocado pelo indeferimento da candidatura, alegando a tentativa de terceiro mandato seguido, o que a legislação proíbe
Deus Seja Louvado
Em qualquer ocasião Deus Seja Louvado, por tudo que nos dá e pela criação do homem e da mulher, mas nem todos pensam assim e o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública nesta
segunda-feira (12) em que pede que as novas cédulas de real passem a ser
impressas sem a expressão "Deus seja louvado".
O pedido, feito pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, diz que a existência da frase nas notas fere os princípios de laicidade do Estado e de liberdade religiosa.
"A manutenção da expressão "Deus seja louvado' configura uma predileção pelas religiões adoradoras de Deus como divindade suprema, fato que, sem dúvida, impede a coexistência em condições igualitárias de todas as religiões cultuadas em solo brasileiro", afirma trecho da ação, assinada pelo procurador Jefferson Aparecido Dias. "Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: "Alá seja louvado', "Buda seja louvado', "Salve Oxossi', "Salve Lord Ganesha', "Deus não existe'. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus", segue o texto. O Banco Central, consultado pela Procuradoria, emitiu um parecer jurídico em que diz que, como na cédula não há referência a uma "religião específica', é "perfeitamente lícito" que a nota mantenha a expressão.
O pedido, feito pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, diz que a existência da frase nas notas fere os princípios de laicidade do Estado e de liberdade religiosa.
"A manutenção da expressão "Deus seja louvado' configura uma predileção pelas religiões adoradoras de Deus como divindade suprema, fato que, sem dúvida, impede a coexistência em condições igualitárias de todas as religiões cultuadas em solo brasileiro", afirma trecho da ação, assinada pelo procurador Jefferson Aparecido Dias. "Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: "Alá seja louvado', "Buda seja louvado', "Salve Oxossi', "Salve Lord Ganesha', "Deus não existe'. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus", segue o texto. O Banco Central, consultado pela Procuradoria, emitiu um parecer jurídico em que diz que, como na cédula não há referência a uma "religião específica', é "perfeitamente lícito" que a nota mantenha a expressão.
campeão de faltas
O campeão de faltas em sessões plenárias, deputado Fábio Camargo
(PTB), que não foi a 18 de 24 sessões realizadas entre julho e setembro
deste ano, recebeu no mês de setembro R$ 67.024, referente à verba de
ressarcimento paga pela Assembleia Legislativa do Estado do Paraná. Foi o
deputado que mais ganhou (em relação a este tipo de despesa) entre os
meses de julho a setembro – foram R$ 84.170,62.
Essa verba é repassada após apresentação de notas de serviços, como hospedagem, alimentação, passagens, combustível e comunicação, realizados para a atividade parlamentar. Por mês cada deputado tem o direito de receber R$ 17.166, mas esse valor é acumulativo, ou seja, Camargo tinha um saldo que permitia um pagamento maior.-Gazeta Maringá
Essa verba é repassada após apresentação de notas de serviços, como hospedagem, alimentação, passagens, combustível e comunicação, realizados para a atividade parlamentar. Por mês cada deputado tem o direito de receber R$ 17.166, mas esse valor é acumulativo, ou seja, Camargo tinha um saldo que permitia um pagamento maior.-Gazeta Maringá
Censura
O Ministério Público cancelou show de um funkeiro na cidade de Toledo. Segundo o PM o "cantor" faz apologia ao crime e a prostituição de menores. Alguns jovens disseram que o PM censurou o cantor, mas a maioria da população acha que as musicas do cantor não trazem nenhum aprendizado cultural
Relatorio da PF mostra que Comando Vermelho tinha intenção de matar deputado do Paraná
Entre as ações do Comando Vermelho estaria anarquizar parando a cidade do Rio de Janeiro.entre as ações estaria prometida o assassinato do deputado federal Fernando Francisquini, eleito pelo Paraná e delegado da Policia Federal.
Jardim Ouro Verde terá creche e UBS
O Jardim Ouro Verde em Sarandi é hoje o bairro que mais cresce no município,
por isto tem recebido da administração municipal estrutura para que os moradores
possam permanecer no bairro.
Para o prefeito Carlos Alberto de Paula é importante que administração não
permita que os bairros sejam construídos sem a estrutura básica. “Nós só vamos
conseguir mudar definitivamente a cara da nossa cidade,quando os novos loteamentos
sejam permitidos somente com a estrutura básica,como asfalto com galerias,
iluminação. Nós temos que garantir que sejam construídas creche, posto de saúde
e escolas. É para isto que nós estamos trabalhando, para acabarmos de vez com
este abandono que a nossa cidade sofreu no passado, agora estamos escrevendo um
novo futuro para o nosso povo, é um novo capitulo da nossa história”.
No Jardim Ouro Verde a prefeitura em parceria
com o Governo Federal está construindo uma creche com 575 metros que vai
atender cerca de 120 crianças, a previsão é que ela seja entregue em 2013. Na área da saúde deve começar no inicio do próximo
ano a construção de uma Unidade Básica de Saúde. A Prefeitura de Sarandi abriu licitação na
modalidade tomada de preço, para a contratação de empresa especializada em
construção civil, para construir a Unidade Básica de Saúde do Jardim Ouro
Verde.
O prazo para protocolo das propostas encerra-se às 11h30min do dia 19 de
novembro de 2012, e a abertura será às 14h do dia 19 de novembro de 2012, na
Sala de Reuniões de Licitações, Rua José Emiliano de Gusmão 500, Centro, no
prédio da Secretaria Municipal de Urbanismo.
Assessoria de Comunicação de Sarandi
Chuvas fazem estragos em Maringá
As chuvas de hoje(12) a tarde fizeram estragos em Maringá. Pelo menos 20 árvores cairam na região da Zona 5 e na Avenida Brasil.Cerca de 7.500 pessoas estao sem energia neste momento.Em Paiçandu também houveram estragos e mais de 70% da população está as escuras.Em Sarandi e Marialva alguns pingos grossos de chuvas esparsas.
COFUNDADORA DO UOL PREVÊ, NA FOLHA, A MORTE DA FOLHA
"Os tempos são de mudanças. Quem quer comprar um jornal que não traz o resultado da eleição norte-americana, ocorrida na véspera? Quem, entre os usuários da internet, quer abrir mão de enviar artigos por e-mail, compartilhar notícias em redes sociais, comentar ou discutir um texto com o seu autor on-line, consultar arquivos na hora? Os jovens é que não são", diz a jornalista Marion Strecker, que aposta no fim do jornal impresso
12 DE NOVEMBRO DE 2012 ÀS 07:33
247 -
O texto mais importante da Folha nesta segunda-feira é o que prevê a morte da
própria Folha, assim como de todos os demais jornais em papel, assinado por
ninguém menos que a jornalista Marion Strecker, cofundadora do Uol, o portal de
notícias do grupo Folha. Leia sua análise:
Três mitos gregos
Marion Strecker
Podem me chamar de Cassandra. Eu não ligo. Essa figura mítica grega, a quem Apolo ensinou os segredos da profecia, passou a ser tida por louca quando tentou comunicar aos troianos suas previsões de catástrofe e desgraças, todas realizadas.
Depois que Cassandra se negou a dormir com Apolo, o deus vingativo lançou-lhe a maldição de que ninguém jamais viesse a acreditar na profetisa.
O nome de Cassandra surgiu na semana passada no debate promovido pelo jornalista Alberto Dines no programa "Observatório da Imprensa", na TV Brasil. A discussão era a morte dos jornais, assunto que voltou à baila com a recente extinção do paulistano "Jornal da Tarde" e com a decisão da revista norte-americana "Newsweek" de prosseguir atividades apenas on-line, não mais em papel.
Escrevi que podem me chamar de Cassandra, pois minha previsão é que os jornais vão, sim, acabar. Aliás, já estão acabando. Centenas sumiram nos últimos anos. Sinto muito, pois eu adoro jornais. Além disso, eles têm uma função política fundamental na defesa do interesse público e na sustentação da democracia, frequentemente superior ao desempenho de outros meios de comunicação especializados em notícias ligeiras e pouca investigação.
Mas os tempos são de mudanças. Quem quer comprar um jornal que não traz o resultado da eleição norte-americana, ocorrida na véspera? Quem, entre os usuários da internet, quer abrir mão de enviar artigos por e-mail, compartilhar notícias em redes sociais, comentar ou discutir um texto com o seu autor on-line, consultar arquivos na hora? Os jovens é que não são.
Ainda tenho o fetiche de empunhar um jornal e sentir o mundo nas mãos. Gosto da sua organização, da sua periodicidade, do seu material. Cresci com eles ao meu redor. Leio diariamente, com prazer e afinco.
Mas vejo que existe hoje um fetiche bem maior com iPhones, iPads, Galaxys e similares. Todos eles suportes possíveis para o bom jornalismo.
Então prever o fim dos jornais não é sinônimo de prever o fim do jornalismo, bem entendido.
Não faço parte das turmas que tentam vender a ideia de que jornalistas são dispensáveis num mundo em que qualquer um pode publicar qualquer coisa na internet.
O que me salta aos olhos na internet são outros mitos gregos: Eco e Narciso.
Narciso é um jovem magnífico que se apaixona pela própria imagem refletida na água. Acabou consumido pelo amor-próprio e se tornou o nome da flor encontrada onde ele desapareceu.
Somos todos Narcisos no Facebook, Orkut ou Instagram, quando publicamos fotos dos nossos sorrisos e melhores momentos.
Eco é uma ninfa que amava os bosques e os montes, mas tinha um defeito: falava demais e sempre queria ter a última palavra em qualquer discussão.
Como Eco fez o papel de distrair Hera enquanto Zeus se divertia com outras ninfas, ela recebeu um castigo. Perdeu o direito à própria voz, que tanto amava. Foi condenada a repetir eternamente a última palavra do que os outros falassem.
Pois são muitos ecos que encontro no Twitter e em outras redes sociais. Repetições contínuas, em vez de um mar de palavras originais.
Três mitos gregos
Marion Strecker
Podem me chamar de Cassandra. Eu não ligo. Essa figura mítica grega, a quem Apolo ensinou os segredos da profecia, passou a ser tida por louca quando tentou comunicar aos troianos suas previsões de catástrofe e desgraças, todas realizadas.
Depois que Cassandra se negou a dormir com Apolo, o deus vingativo lançou-lhe a maldição de que ninguém jamais viesse a acreditar na profetisa.
O nome de Cassandra surgiu na semana passada no debate promovido pelo jornalista Alberto Dines no programa "Observatório da Imprensa", na TV Brasil. A discussão era a morte dos jornais, assunto que voltou à baila com a recente extinção do paulistano "Jornal da Tarde" e com a decisão da revista norte-americana "Newsweek" de prosseguir atividades apenas on-line, não mais em papel.
Escrevi que podem me chamar de Cassandra, pois minha previsão é que os jornais vão, sim, acabar. Aliás, já estão acabando. Centenas sumiram nos últimos anos. Sinto muito, pois eu adoro jornais. Além disso, eles têm uma função política fundamental na defesa do interesse público e na sustentação da democracia, frequentemente superior ao desempenho de outros meios de comunicação especializados em notícias ligeiras e pouca investigação.
Mas os tempos são de mudanças. Quem quer comprar um jornal que não traz o resultado da eleição norte-americana, ocorrida na véspera? Quem, entre os usuários da internet, quer abrir mão de enviar artigos por e-mail, compartilhar notícias em redes sociais, comentar ou discutir um texto com o seu autor on-line, consultar arquivos na hora? Os jovens é que não são.
Ainda tenho o fetiche de empunhar um jornal e sentir o mundo nas mãos. Gosto da sua organização, da sua periodicidade, do seu material. Cresci com eles ao meu redor. Leio diariamente, com prazer e afinco.
Mas vejo que existe hoje um fetiche bem maior com iPhones, iPads, Galaxys e similares. Todos eles suportes possíveis para o bom jornalismo.
Então prever o fim dos jornais não é sinônimo de prever o fim do jornalismo, bem entendido.
Não faço parte das turmas que tentam vender a ideia de que jornalistas são dispensáveis num mundo em que qualquer um pode publicar qualquer coisa na internet.
O que me salta aos olhos na internet são outros mitos gregos: Eco e Narciso.
Narciso é um jovem magnífico que se apaixona pela própria imagem refletida na água. Acabou consumido pelo amor-próprio e se tornou o nome da flor encontrada onde ele desapareceu.
Somos todos Narcisos no Facebook, Orkut ou Instagram, quando publicamos fotos dos nossos sorrisos e melhores momentos.
Eco é uma ninfa que amava os bosques e os montes, mas tinha um defeito: falava demais e sempre queria ter a última palavra em qualquer discussão.
Como Eco fez o papel de distrair Hera enquanto Zeus se divertia com outras ninfas, ela recebeu um castigo. Perdeu o direito à própria voz, que tanto amava. Foi condenada a repetir eternamente a última palavra do que os outros falassem.
Pois são muitos ecos que encontro no Twitter e em outras redes sociais. Repetições contínuas, em vez de um mar de palavras originais.
domingo, 11 de novembro de 2012
Dilma escolhe promotor do Paraná para ser Ministro
A presidenta Dilma ,escolheu o Procurador de Justiça paranaense, Sergio Luiz Kukina, (MP -Parana) para assumir a vaga deixada pelo Ministro Hamilton Carvalhado do Superior Tribunal de Justiça(STJ) Antes de Kukina deve ser sabatinado pelo senado
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