Um incêndio de grandes proporções destruiu uma tapeçaria e um carro na Rua Parnaíba, no Jardim Oásis em Maringá, na madrugada de terça-feira (21). O fogo, que começou por volta de 1h15, também consumiu parte de uma residência construída no mesmo terreno. Ninguém ficou ferido.
Segundo informações do subtenente Antônio Eduardo Pereira, quatro caminhões e uma viatura do Corpo de Bombeiros de Maringá foram deslocados até o local e o trabalho para controlar as chamas demorou cerca de duas horas.
O proprietário dos imóveis, Ademir Martelli, acredita em incêndio criminoso. Ele estava em casa acompanhado da esposa no momento que o fogo começou e disse que, ao perceber as primeiras chamas no carro, correu para fora e avistou três homens fugindo. Os elementos também foram vistos por alguns vizinhos.
Segundo Martelli, desde o assalto ocorrido na casa da frente - de onde foram roubados US$ 3 mil há três meses - e captado pelas câmeras de segurança da tapeçaria, ele tem recebido ameaças por telefone.
Jornal O Repórter Regional
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Dois travestis são executados dentro de bar em Curitiba
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A Delegacia de Homicídios de Curitiba investiga a execução de dois travestis e ferimentos em outros três, por volta das 5 horas da manhã de ontem(21), em um bar no centro da capital paranaense. Dois homens que estavam em uma motocicleta chegaram ao bar e um deles foi até a mesa onde estavam os travestis, atirando contra eles. Depois eles teriam fugido, segundo os policiais.
Testemunhas disseram que pode se tratar de vingança, visto que há alguns dias travestis teriam apedrejado um carro nas vizinhanças depois de ser jogada cerveja contra eles, ou acerto de contas do tráfico de drogas.
O proprietário do bar Gato Preto, Natal Santos, disse que o grupo, que tinha seis travestis, chegou ao local e pediu costelas. Quando o garçom iria servi-los, a moto parou na rua e os dois ocupantes desceram com revólveres na mão. Eles se identificaram como policiais, mas logo um deles mandou que os dois seguranças encostassem na parede e não olhassem para os lados.
O outro foi até a mesa e deu vários tiros contra os ocupantes. Depois, eles fugiram com a moto. Além dos dois que morreram, outro levou um tiro na perna, o terceiro foi atingido no tórax e um adolescente recebeu tiros na perna, quadril, tórax e abdome.
Apesar de os acusados ficarem o tempo todo com capacetes, a polícia já solicitou fitas de câmeras existentes na região com o objetivo de identificá-los. De acordo com o proprietário do bar, no momento dos tiros havia cerca de 80 pessoas dentro do estabelecimento.
A Delegacia de Homicídios de Curitiba investiga a execução de dois travestis e ferimentos em outros três, por volta das 5 horas da manhã de ontem(21), em um bar no centro da capital paranaense. Dois homens que estavam em uma motocicleta chegaram ao bar e um deles foi até a mesa onde estavam os travestis, atirando contra eles. Depois eles teriam fugido, segundo os policiais.
Testemunhas disseram que pode se tratar de vingança, visto que há alguns dias travestis teriam apedrejado um carro nas vizinhanças depois de ser jogada cerveja contra eles, ou acerto de contas do tráfico de drogas.
O proprietário do bar Gato Preto, Natal Santos, disse que o grupo, que tinha seis travestis, chegou ao local e pediu costelas. Quando o garçom iria servi-los, a moto parou na rua e os dois ocupantes desceram com revólveres na mão. Eles se identificaram como policiais, mas logo um deles mandou que os dois seguranças encostassem na parede e não olhassem para os lados.
O outro foi até a mesa e deu vários tiros contra os ocupantes. Depois, eles fugiram com a moto. Além dos dois que morreram, outro levou um tiro na perna, o terceiro foi atingido no tórax e um adolescente recebeu tiros na perna, quadril, tórax e abdome.
Apesar de os acusados ficarem o tempo todo com capacetes, a polícia já solicitou fitas de câmeras existentes na região com o objetivo de identificá-los. De acordo com o proprietário do bar, no momento dos tiros havia cerca de 80 pessoas dentro do estabelecimento.
Dois ônibus são assaltados por falsos passageiros na região de Maringá
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Dois ônibus de passageiros foram assaltados durante a madrugada de ontem (21), na rodovia PR-317, no Noroeste do Paraná, em ações semelhantes. Nas duas ocorrências, os assaltantes fingiram ser passageiros e, depois de algumas horas de viagem, deram voz de assalto.
O primeiro caso aconteceu por volta de 1h40, pouco depois do bandido, disfarçado de passageiro embarcar na rodoviária de Maringá. Ele entrou no ônibus que seguia de Cruz Alta (RS) para São Félix do Araguaia (MT) e, nas proximidades do Km 80 da PR-317, no trecho entre Maringá e Nossa Senhora das Graças, deu voz de assalto.
Sob a mira de um revólver, o condutor foi obrigado a seguir até o Km 42, próximo ao Rio Bandeirantes, onde outros dois elementos aguardavam para embarcar no ônibus. Três quilômetros adiante vieram a ordem para entrar na estrada secundária que dá acesso a Usina Alto Alegre, e estacionar o veículo.
Às margens de uma mata, o trio mandou que os 30 passageiros e o condutor descessem do ônibus e tirassem as roupas. Depois de terem relógios, celulares e dinheiro confiscados, as vítimas foram trancadas no porta-malas apenas com roupas íntimas. Os assaltantes fugiram sem deixar pistas.
Dois ônibus de passageiros foram assaltados durante a madrugada de ontem (21), na rodovia PR-317, no Noroeste do Paraná, em ações semelhantes. Nas duas ocorrências, os assaltantes fingiram ser passageiros e, depois de algumas horas de viagem, deram voz de assalto.
O primeiro caso aconteceu por volta de 1h40, pouco depois do bandido, disfarçado de passageiro embarcar na rodoviária de Maringá. Ele entrou no ônibus que seguia de Cruz Alta (RS) para São Félix do Araguaia (MT) e, nas proximidades do Km 80 da PR-317, no trecho entre Maringá e Nossa Senhora das Graças, deu voz de assalto.
Sob a mira de um revólver, o condutor foi obrigado a seguir até o Km 42, próximo ao Rio Bandeirantes, onde outros dois elementos aguardavam para embarcar no ônibus. Três quilômetros adiante vieram a ordem para entrar na estrada secundária que dá acesso a Usina Alto Alegre, e estacionar o veículo.
Às margens de uma mata, o trio mandou que os 30 passageiros e o condutor descessem do ônibus e tirassem as roupas. Depois de terem relógios, celulares e dinheiro confiscados, as vítimas foram trancadas no porta-malas apenas com roupas íntimas. Os assaltantes fugiram sem deixar pistas.
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