Jornal O Repórter Regional
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Cido Spada no PV, vai ser dificil
Segundo Cido Spada para vir para o PV precisa de uma boa conversa com Enio Verri, deputado estadual e presidente do PT no Paraná. Para Claudionei Vitorino, ex vereador e ex vice prefeito, o ingresso de Cido Spada no PV será muito dificil,porque o PT não vai o ex prefeito sair.
Seria um ultimato?
O deputado federal Rubens Bueno, presidente do PPS do Paraná disse e repetiu várias vezes no Programa Maringá Urgente , que o PPS de Sarandi sai ou com Nildão ou com Aguiar a prefeito em 2012. pela firmeza de Bueno, não era um pedido, nem "fogo de palha", mas quase uma ordem.
Falta discussão
salavo a discussão que a Rádio Banda 1 faz, diga se de passagem com muita competencia no0 comando de Antonio Santos e participação do Padre Décio e Dr. allan, as discussões que aconteciam no passado como conferencias, seminários, reuniões participativas do orçamento entre outras, ficam a desejar nesta gestão municipal.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Qual é a função de um desfunção?
Qual é a função de um "desfunção" na prefeitura? isso mesmo, me informaram que há um CC com "desfunção",o termo que usaram para me informar.Se ele está com "desfunção",não tem função, por que a prefeitura lhe paga o salário que sai do bolso dos contribuintes?. É prefeito, gente com "desfunção" pode atrapalhar sua próspera carreira de reeleição. Pense nisso!
Quem for comprar que compre agora
Quem for comprar casa própria em Sarandi até o valor de R$ 85.000,00 com renda de +- R$1.500,00 tem que ser agora, porque vai haver a partir de segunda feira (28)uma corrida contra o tempo.construtoers terão que terminar as suas casas em ruas sem aslfato no máximo até final de abril,porque além de terminarem, tem que pedir habite-se que é demorado em nossa prefeitura, fazer desmembramento e averbação.Por outro lado os compradores que possuem essa renda terão que dar um jeito e dar o sinal para grantir a compra, sob pena de ficarem chupando o dedo. A partir de junho a casa mais barata em Sarandi deve custar, no minimo R$110.000,00 por dois motivos: 1)Terrenos no asfalto, não se compra por menos de R$50.000,00 2) O construtor não vai construir casa com menos de 80,00 m2 em terreno com asfalto,para vender a R$85.000 a 90.000 pois lhe dá prejuizo.
Quinteiro na UEM
O Secretário de Relações com a Comunidade,Wilson Quinteiro,assinou ontem as 15.00 horas na Universidade Estadual de Maringá, um importante convênio com esta instituição de ensino.Quinteiro disee que gostaria de usar a UEM como instrumento eficaz na elaboração de programas que visem o desenvolvimento das comunidades. O convite em Sarandi foi feito pela Cida da Betel
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Caixa prorroga para junho exigência de asfaltamento

Atendendo à solicitação do deputado federal André Vargas (PT-PR) e o pedido de milhares de pessoas de todo o país, a Caixa anunciou hoje, 25/02, a prorrogação para junho a exigência de pavimentação para os imóveis na área urbana construídos por particulares, ou seja, sem que a produção tenha sido financiada pela Caixa, mas que se enquadram no Minha Casa, Minha Vida para venda.
Para valerem as novas regras, até este prazo, 30/06, a obra precisa estar finalizada, com Habite-se e com o cliente [comprador] já avaliado pela Caixa. No entanto, a Caixa ressalta que neste período estará avaliando todo esse processo e que novas mudanças podem ocorrer.
Vargas comemorou a decisão, já que a medida trazia muita dificuldade para os construtores e para os municípios de médio e pequeno porte por conta da infraestrutura para pavimentar todos os bairros das cidades. “Como relator do Minha Casa, Minha Vida 2, muitas pessoas nos procuraram para que tentássemos reverter a medida. Fizemos gestões junto à Caixa e conseguimos a prorrogação para 30/06. Já é um primeiro passo, mas os construtores precisam ficar atentos com este novo prazo”, reforça.
Vale lembrar que os imóveis que são totalmente financiados pela Caixa já têm de cumprir esta exigência. O deputado André Vargas afirma ainda que está estudando a Medida Provisória 514/10, do Minha casa, Minha Vida e avaliando as exigências da Caixa. “Queremos que o programa atenda as famílias que mais precisam, já que é este o seu objetivo, e que lhes garantam também uma boa estrutura. Também queremos que o segmento da construção continue aquecido, pois ele foi um dos principais responsáveis pelo alto índice de emprego e pelo Brasil ter passado ileso diante da crise mundial.
Vargas ressaltou que continuará acompanhando o desenrolar das novas medidas para que ninguém seja prejudicado, mas desde comemorou o avanço
Na foto, André Vargas e a idealizadora do Minha Casa, Minha Vida e hoje presidenta do Brasil, Dilma Rousseff.
Foto: Roberto Stuckert
Ação Bilionária
A 2ª Turma do STJ rejeitou recurso com o qual o Estado de São Paulo tentava evitar o pagamento de uma dívida bilionária à Construtora Tratex. A dívida, cuja cobrança começou em 1994, decorre de serviços de engenharia prestados ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O valor inicial, calculado por perito judicial em R$ 378.499.678,09, passaria hoje de R$ 1,5 bilhão, conforme estimativas não oficiais.
Por maioria, a 2ª Turma seguiu o voto do relator, ministro Humberto Martins, e optou por não conhecer do recurso especial interposto pelo Estado contra decisão do TJ de São Paulo, proferida no julgamento de uma ação rescisória. O Estado já havia sido condenado anteriormente ao pagamento da dívida. Com a rescisória, pretendia desconstituir a condenação, sob o argumento de que ela havia violado disposição literal da lei.
No entanto, segundo afirmou o ministro relator, a pretensão da fazenda pública era rediscutir o valor da condenação. Ele disse que não houve violação de lei que justificasse desconstituir a coisa julgada, acrescentando que, em ação rescisória, não cabe rever o valor de dívida que foi reconhecido em ação ordinária e que não foi impugnado “em momento oportuno”. O parecer do Ministério Público Federal no caso também foi contrário à pretensão.
A decisão deverá ter grande repercussão nas finanças estaduais. No recurso, a procuradoria-geral do Estado afirmou que o valor reclamado pela construtora representava "75% do orçamento global do DER; quase seis vezes a dotação do Programa Viva-Leite, cujo objetivo é distribuir litros de leite enriquecido para crianças e idosos carentes; mais de 50% dos recursos reservados ao Programa de Construção de Casas Populares; mais de 63% da dotação do Hospital das Clínicas de São Paulo; mais da totalidade dos gastos de custeio da Secretaria da Segurança Pública."
Ao votar pelo não conhecimento do recurso, o ministro Humberto Martins afirmou que rever o entendimento do TJSP sobre a necessidade de realização de nova perícia exigiria o reexame de provas, o que é vedado ao STJ.
“Não obstante os robustos argumentos apresentados pela procuradoria-geral do Estado de São Paulo, o Superior Tribunal de Justiça não se mostra uma terceira instância recursal. Nos estritos limites do recurso especial, não é possível rever os fatos apreciados, expressamente, pelo tribunal de origem, mas apenas analisar se houve, ou não, violação de lei federal”, disse o relator.
Por maioria, a 2ª Turma seguiu o voto do relator, ministro Humberto Martins, e optou por não conhecer do recurso especial interposto pelo Estado contra decisão do TJ de São Paulo, proferida no julgamento de uma ação rescisória. O Estado já havia sido condenado anteriormente ao pagamento da dívida. Com a rescisória, pretendia desconstituir a condenação, sob o argumento de que ela havia violado disposição literal da lei.
No entanto, segundo afirmou o ministro relator, a pretensão da fazenda pública era rediscutir o valor da condenação. Ele disse que não houve violação de lei que justificasse desconstituir a coisa julgada, acrescentando que, em ação rescisória, não cabe rever o valor de dívida que foi reconhecido em ação ordinária e que não foi impugnado “em momento oportuno”. O parecer do Ministério Público Federal no caso também foi contrário à pretensão.
A decisão deverá ter grande repercussão nas finanças estaduais. No recurso, a procuradoria-geral do Estado afirmou que o valor reclamado pela construtora representava "75% do orçamento global do DER; quase seis vezes a dotação do Programa Viva-Leite, cujo objetivo é distribuir litros de leite enriquecido para crianças e idosos carentes; mais de 50% dos recursos reservados ao Programa de Construção de Casas Populares; mais de 63% da dotação do Hospital das Clínicas de São Paulo; mais da totalidade dos gastos de custeio da Secretaria da Segurança Pública."
Ao votar pelo não conhecimento do recurso, o ministro Humberto Martins afirmou que rever o entendimento do TJSP sobre a necessidade de realização de nova perícia exigiria o reexame de provas, o que é vedado ao STJ.
“Não obstante os robustos argumentos apresentados pela procuradoria-geral do Estado de São Paulo, o Superior Tribunal de Justiça não se mostra uma terceira instância recursal. Nos estritos limites do recurso especial, não é possível rever os fatos apreciados, expressamente, pelo tribunal de origem, mas apenas analisar se houve, ou não, violação de lei federal”, disse o relator.
Em 2010, a Central de Atendimento à Mulher registrou 734.416 atendimentos
O grande destaque do balanço é a busca por informações sobre a Lei Maria da Penha, com 420.313 registros. Do total de ocorrências, 108.026 dizem respeito a relatos de violência. Os números apontam que em 72,1% dos casos, os agressores são maridos, companheiros ou ex-companheiros.
Tarifa telefônica pode ficar mais barata para beneficiários do Bolsa Família
Iniciativa da Anatel vai possibilitar oferta de telefones com assinatura mensal de cerca de R$ 9,50 para a população de baixa renda. Entre as propostas, está a adoção do programa Bolsa Família como critério de elegibilidade da população atendida. Com isso, serão beneficiados cerca de 12,9 milhões de famílias.
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