Jornal O Repórter Regional
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Ossos do oficio
Dizem que o diretor da Faculdade Uningá, Ney Stival,quer processar a jornalista Renata Cafardo, da Rede Globo, de São Paulo (SP), e demais membros da equipe de jornalismo que participaram da reportagem sobre a doação irregular de bolsas de estudos do ProUni, e cuja matéria foi ao ar no dia 2 de maio passado no programa Fantástico.O diretor que é pai de uma das academicas que recebiam benesses da Faculdade, através do PROUNI.Segundo ele , sua filha passou a ser intimidada na instituição e toma medicamentos por que ficou abalada com a notícia.Na denuncia, que o diretor disse que vai ou já protocolou na Policia, ele argumenta que a equipe de jornalismo da Globo, expôs em rede nacional, imagens de sua residencia, seu carro um Citroen -C 4 ,s em autorização. Agora imagina leitor se todo jornalista tiver que pedir autorização .para quem faz coisa errada. Agora pergunta-se: ele como diretor sabia que sua filha não devia receber uma bolsa do PROUNI? Claro que tinha consciência disso. eEm nenhum momento este diretor tentou cancelar a bolsa, que só foi cancelada depois que o fantastico mostrou a reportagem.Enquanto essa discussão persiste na esfera jurídica, quem é que está com a razão,muitos filhos de pobre reza para ganhar uma bolsa do PROUNI.
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3 comentários:
a União tem de pedir o dinheiro de volta
Realmente isso é uma vergonha dizer que a filha está abalada com a reportagem....falta de ética, agora minha filha sim,teve que parar de estudar , trancar sua matricula por conta de nao ter sido beneficiada nem com 10% de desconto ,pediu a eles desconto para continuar e recebeu um nao, porque é filha de gente humilde, espero que a JUSTIÇA seja feita e com urgencia.
meu caro diretor vc tinha que tá na cadeia
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