Para virar realidade, o projeto do condomínio deve ser aprovado em duas discussões na Câmara - a primeira ocorrerá nesta terça - e, depois, ser sancionado pelo prefeito
Maringá poderá ganhar um condomínio para pessoas com deficiência. Para tanto, é necessário que o projeto de lei do vereador Aparecido Regini, o Zebrão, do PP, seja aprovado em duas discussões na Câmara Municipal de Maringá (CMM) e sancionado pelo prefeito. A primeira discussão ocorrerá na sessão desta terça-feira (19) da CMM.
O projeto vem a reboque do condomínio do Idoso, inaugurado em setembro do ano passado pela Prefeitura de Maringá.
O projeto prevê a oferta de moradias que terão toda a infraestutura adequada para moradores com deficiência física. Nela estão inclusos espaço para lazer, pátio de convivência e áreas verdes.
Para se candidatar a uma das habitações, os interessados devem viver em Maringá e a renda familiar deve ser de até três salários mínimos.
A Prefeitura seria responsável pela construção e distribuição das moradias. Para tanto, o projeto autorizaria que a administração abrisse crédito adicional especial de R$ 300 mil para começar a erguer as habitações.
O projeto não explica sob quais critérios as moradias seriam distribuídas e se seriam doadas aos moradores. A Gazeta Maringá tentou entrar em contato com o vereador Zebrão por telefone, mas ele não atendeu às chamadas.
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