Jornal O Repórter Regional

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sábado, 21 de maio de 2011

Marcha da Maconha vira ato pela liberdade de expressão

A Marcha da Maconha, que seria realizada neste domingo (22) em Curitiba, não vai mais acontecer. Porém, os organizadores da passeata, como uma forma de protesto, marcaram para o mesmo dia a Marcha pela Liberdade de Expressão. O objetivo dos organizadores é mostrar que houve uma decisão arbitrária sobre a proibição da marcha inicial, que foi coibida pelo juiz Pedro Luís Sanson Corat, atendendo a um requerimento solicitado pelo deputado federal Fernando Destito Francischini (PSDB-PR), cujo argumento é o de que a passeata tem como único fim fazer apologia ao uso do entorpecente.
Uma das pessoas envolvidas com a manifestação, Jéssica França, afirma que ouve arbitrariedade por parte do parlamentar e da justiça e que eles não entenderam o objetivo do evento. “Não estamos fazendo apologia ao uso da maconha. Não estamos aliciando as pessoas a se tornarem usuárias. Queremos apenas debater o assunto. Defendemos o uso medicinal, pois há estudos que comprovam a eficácia para o tratamento de algumas doenças, e também recreativo, pois acreditamos que isso iria diminuir com o problema de tráfico de drogas”, comenta.Paraná On line

Opinião deste blogueiro:- O juiz fez muito bem em apoiar o pedido do deputado Francischini que é delegado de policia e sente na pele os problemas de pais de usuarios de drogas, seja ela maconha ou outras e o enriquecimento ilicito dos traficantes que não estão nem ai em acabar com o sossego das familias. Me perdoe a Jessica França, uma das envolvidas na manifestação. "sua conversa é para boi dormir" Quanto mais a Justiça abre a guarda , mais vira bagunça neste pais.

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