A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Sarandi
que, por meio da assessoria de imprensa, informou que administração
está acompanhando o desenrolar da situação para saber efetivamente o
motivo da acusação ao funcionário e ao secretário de Educação.
Ainda por meio da assessoria, o departamento jurídico informou que o
processo licitatório acusado de fraude não apresentou anormalidade.Segundo a prefeitura, a licitação estava em tramite, na modalidade
pregão (com sete empresas) e o próprio departamento jurídico sugeriu a
suspensão do processo um dia antes da operação do Gaeco.
O motivo, no entanto, não foi esclarecido. A prefeitura vai advogar na
defesa dos funcionários, mas promete abrir uma sindicância se
condenados. publicação da Gazeta Maringá
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