Jornal O Repórter Regional

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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Aumento da frequência das tragédias pode indicar mudança no padrão climático no planeta

Chuva intensa, furacões, ondas de calor, frio extremo. Em 2012, eventos climáticos extremos foram rotina. E em 2013 o panorama não está sendo diferente. Tragédias no Rio de Janeiro e incêndios florestais na Austrália são alguns exemplos de como os desastres provocados por mudanças do clima também serão comuns este ano.

Para o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Jean Ometto, o problema merece mais atenção do poder público, em todas as instâncias, uma vez que o despreparo das cidades para lidarem com essas situações está cada vez mais evidente. "As ações para diminuir o impacto das mudanças ambientais não estão sendo suficientes. Quando olhamos globalmente chegamos à conclusão que não estamos fazendo a lição de casa", alfineta.

E a situação, acrescenta Ometto, é preocupante, até porque o que os especialistas estão verificando é a recorrência desses fenômenos, que está cada vez mais destruidores. "Quanto mais intensa for a frequência, maior a probabilidade de estar ocorrendo uma mudança no padrão climático do planeta", alerta. E é exatamente isso que pode estar acontecendo em escala global . Folha de Londrina



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