O deputado pastor Edson Praczyk (PRB) esteve ontem no Programa eleitoral desse partido na TV e falou de transparencia e honestidade, só que recentemente ofendeu sensivelmente uma jornalista da RPC e a pergunta do site Sintonia Fina sintetiza tudo
Como pode um pastor – e mesmo que não fosse – julgar levianamente uma profissional da imprensa, como fez o deputado estadual Edson Praczyk ao insultar, em público, a jornalista da RPC, Paola Manfroi, durante sessão na Assembleia Legislativa? Para se defender das acusações de que teria contratado companheiras de pastores da igreja evangélica da qual participa como “funcionárias fantasmas”, o pastor Edson Praczyk (PRB) atacou a repórter, dizendo: “o que essa jornalista deu para conseguir essas informações privilegiadas? Como que conseguiu isso? Se nem eu sabia que tinham embargado, bloqueado minha conta bancária? Como pode?”.Conforme reportagem exibida pelo telejornal Paraná TV (http://bit.ly/1WeuD1K), Praczyk e o servidor da Alep Luis Alberto de Lima tiveram R$ 308,4 mil de seus bens bloqueados pela Justiça. Ambos são investigados pelo Ministério Público (MP) estadual, sob suspeita de terem utilizado os documentos de uma “fiel” para empregá-la na Casa. O Coletivo de Jornalistas Feministas Nísia Floresta repudia as declarações machistas do parlamentar, incompatíveis com o decoro, e se solidariza com a profissional, cujos direitos foram claramente desrespeitados. Também considera no mínimo irônico o fato de o político ocupar atualmente a presidência do Conselho de Ética da Casa.
O deputado, eleito pelo povo, deveria ter vergonha na cara e pedir desculpas aos seus eleitores por ter contratado pessoas inocentes em seu gabinete e receber o dinheiro.
A constituição brasileira garante o direito ao jornalista preservar as suas fontes
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