Jornal O Repórter Regional

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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

contra ataque


PR: CHOQUE PRENDE PALHAÇO EM FESTIVAL INFANTIL

 
Curta: Mariachi
Uma apresentação do Festival de Teatro de Cascavel no Calçadão virou caso de polícia. O palhaço T...ico Bonito, que apresentava a peça Licença Pr'eu Passar no Calçadão foi preso pelo Pelotão de Choque simplesmente porque fez uma crítica aos policiais e ao governo Beto Richa (PSDB).
Segundo testemunhas, em certo momento do espetáculo o palhaço disse que a PM só defende o Beto Richa. De imediato os policiais presentes prenderam o palhaço Tico Bonito, fato que causou grande comoção entre a população. Alguns policiais tentaram  impedir a imprensa de trabalhar
Via: Laís Laíny Cavalcante da Silva Vieira

situação da Dengue na região


Vereadores pedem saída de padre que sugeriu redução de salários no PR


Reclamar com o Bispo

Os vereadores de Mauá da Serra, no norte do Paraná, querem que um padre que pediu a redução de salários deles, durante uma missa, deixe a cidade. Incomodados, eles foram se queixar ao bispo, com quem marcaram uma audiência para a próxima semana.

"Como líder, sacerdote e pároco, eu tenho que estar junto do povo lutando para o bem comum", comenta o pároco. Ele diz defender salários abaixo de R$ 1 mil, como ocorreu em Santo Antônio da Platina, na mesma região do estado.

"Eu falei: 'Olha, uma notícia boa que temos aqui: em Santo Antônio da Platina, os vereadores aderiram para R$ 970, abaixo de R$ 1 mil'", relembra o religioso.

Atualmente, os nove parlamentares do município ganham R$ 3.015 para participar de quatro sessões por mês - R$ 753 por sessão, em média. O vereador Márcio Dias de Oliveira (PSDB) afirma que é um valor justo. Ele admite que usa parte do dinheiro que recebe para "ajudar" quem votou nele.

"Os mais carentes sempre procuram vereador, para fazer a parte de assistencialismo", admitiu. Sobre o que o pedido do padre, porém, Oliveira reclama. "O posicionamento dele sobre a política, eu aceito. Mas não na missa". Os outros vereadores não foram encontrados para comentar o caso.

domingo, 16 de agosto de 2015

protestos fraquinhos

Os proetstos hoje em todo pais contra Dilma , Lula e contra o PT, caracteriza como protestos de façcões politicas. No meu ver foi fraquinho.É fácil de analisar.Quantos eleitores tem a região de Maringá. 450.000? , por ai. quantos foram protestar em Maringá?  5.000  para ser otimistas e muitos nem eleitores são.. E onde estão os outros 445.000? Com certeza em casa  desfrutando da liberdade que o pais oferece, baixando filmes nas internets, churrasqueando( brasileiro ainda tem essas
 condições) ou  fazendo qualquer outro programa.Faça a conta quantos foram protestar em Brasilia. BH, São Paulo,Rio de Janeiro,Salvador,Belem e veja o percentual com número de eleitores dessas cidades.
Uma amiga ponderou em seu Facebook e eu achei interessante:
Nem vou dizer nada!!!Tem muita gente por ai vazias de conhecimento se achando doutores apenas por reproduzirem o que a mídia quer.....devemos olhar os dois lados tem coisas mto boas implantadas por esse governo, devemos criticar o que está ruim e usufruir das coisas boas que temos hoje direito!!!

Protestos muitos mudaram e não vou protestar

Manifestantes no Brasil e no exterior vão se reunir neste domingo para protestar contra o governo Dilma Rousseff e pedir o impeachment da presidente.
Além de pessoas que já haviam ido às ruas contra o governo nos protestos do primeiro semestre de 2015, a manifestação deve reunir alguns eleitores do PT, descontentes com o segundo mandato de Dilma.
Mas há também quem tenha se desiludido com o rumo dos protestos e desistido de voltar às ruas.
A BBC Brasil conversou com essas pessoas para saber o que motivou a mudança de opinião:

'Queria oposição que não fosse focada só em tirar Dilma do poder' - Ednílson Souza, 39, técnico de enfermagem paulista

Foto: Arquivo pessoal: Ednílson Souza participou do protesto de março (acima) na Paulista, mas desistiu por discordar do impeachment e da oposição© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Ednílson Souza participou do protesto de março (acima) na Paulista, mas desistiu por discordar do impeachment e da oposição
"Participei do primeiro protesto (antigoverno), em 15 de março, e logo começaram os panelaços.
Continuo insatisfeito com o governo. Não gosto do PT atual. Mas não vou ao protesto de domingo.
Sou mais ligado à esquerda do que à direita, reconheço que o Lula fez um bom governo, com programas sociais, e acho que o FHC também não foi ruim.
Mas este governo atual está muito ruim, e não concordo com as suas alianças políticas. O problema nem é tanto a corrupção, que sempre teve, mas até agora não se prejudicava tanto o povo. Mas a (presidente) Dilma mentiu demais, está fazendo tudo diferente do que ela disse (em campanha).
Como um governo que se diz do povo corta direitos trabalhistas assim?
Só que acho que a oposição não está preocupada com o povo. Ninguém foi com o povo gritar nas ruas. Não gosto do (deputado Jair) Bolsonaro, ele é de direita, mas pelo menos ele deu a cara a tapa e foi aos protestos.
Queria uma oposição que não fosse focada apenas em tirar a Dilma do poder.
Votei em Marina Silva no primeiro turno e em Aécio Neves no segundo, mas mais por insatisfação, não foi um voto de apoio.
O PSDB parece que só quer diminuir o governo para entrar, e não para melhorar o país.
Também acho que o impeachment do jeito que alguns querem parece meio golpe, uma atitude oportunista. É melhor passar quatro anos (de governo) e então votar com mais consciência.
E essa polarização atual também incomoda, como se (a política) se reduzisse a PSDB contra PT.
Parece uma guerrinha de Corinthians x Palmeiras, em que um (eleitor) tem que ganhar do outro e defender seu candidato. Temos que tirar esse negócio de partidos da cabeça, porque somos manipulados por todos.
Naquele protesto de março, eu vi as pessoas (manifestantes) meio que se divertindo, tirando fotos com a polícia, tomando sorvete. Como se fosse uma reunião de amigos. Lembro das manifestações dos caras pintadas contra o Collor... Protesto tem que ter indignação – não violência –, e não vi isso naquele dia.
Muitos dos meus amigos também desanimaram de protestar. Naquele dia que fui (à manifestação de março), dois amigos do trabalho também foram. Eles nem comentam mais sobre política, antes falávamos sobre isso todos os dias. Mas não porque mudamos de ideia em relação ao governo. Não sei exatamente o que eles pensam. Da minha parte é apenas porque não concordo com a forma como está sendo feito. A oposição não passa credibilidade alguma."

'Não tenho como levantar a bandeira de um governo que é um desgoverno' - Fernando Falcão, 26, auxiliar de escritório acreano

sábado, 15 de agosto de 2015

Vai disputar

Uma das mais importantes e respeitadas liderança de Sarandi, Conrado Ferri, administrador do Hospital Metropolitano daquela cidade já decidiu que vai mesmo disputar a prefeitura pelo PSD , cujo partido ele preside em Sarandi.
Da coluna do Verdelírio Barbosa

Elas gostam de viajar

A vice governadora do Paraná, Cida Borghetti e sua filha, a deputada estadual Maria Victória, que estão no exterior, retornam a Curitiba na próxima segunda feira.
 Da coluna do verdelírio Barbosa

Varanda - - Tom Brasil & Helitom Viola