Jornal O Repórter Regional

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quinta-feira, 11 de março de 2010

Segunda etapa do ProUni tem 68,7 mil pré-selecionados

Os candidatos inscritos na segunda etapa do Programa Universidade para Todos (ProUni) já podem conferir o resultado. Nesta edição, foram pré-selecionados 68.722 estudantes que têm até 12 de março para comparecer à instituição de ensino e comprovar as informações declaradas na inscrição. Para saber se foi pré-selecionado, o candidato deve acessar o sítio do Programa e informar o seu número de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e seu número no Cadastro de Pessoa Física (CPF).

Divisão

me contaram e eu senti um fundo grande de verdade,e o novo prefeito deve apurar. 1) Os postinhos só emitem 16 consultas por dia. é muito pouco e não desafoga o Posto Central e o pronto Atendimento 2) Existe uma disputa de mando dentro da instituição. Aqueles que foram da época de Cido Spada, aqueles que foram indicados pelo Milton Martini e aqueles indicados por Carlos de Paula. Para com isso gente, na saúde não pode haver divisão. 3)Dizem que estão querendo transferir a Zilda da chefia do PS central, ela entrou no lugar do Erasmo.ela não pode sair, essa mulher entende tudo,mantém um bom relacionamento com todos e tem formação superior para ficar alí administrando. Time que está ganhando não se mexe. Agora, o que precisa estruturar mais a saúde de Sarandi, sem ficar olhando para os lados só o problema politico. Peço aos meus leitores que me informem as ocorrencias na Secretaria da Saúde, que vou checar e publicar.

Que situação !

O médico do Pronto Atendimento de Sarandi, Dr. Kalill teve que acionar hoje o Ministério Público para salvar uma criança que estava morrendo em suas mãos.Não existia vagas, mas ele conseguiu. Dr, Kallil disse que a mãe da criança vendeu um bujão de gás para comprar comida aos filhos, como ela poderia pagar um internamento? Eu já fui pobre e sei o que é ser pobre, ainda mais com doença na familia. Não sei se a Secrretaria da Saude tem um diretor clinico, mas se não tiver, ta aí um bom nome para ocupar o cargo.Dr. Kalill é um dos médicos mais elogiados por pacientes no PS, além disso , é um "pé de boi" paea trabalhar

SJSP e Fenaj criticam artigo de Demétrio Magnoli sobre "Jornalismo deliquente"

O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (SJSP) e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) manifestaram repúdio ao artigo do sociólogo Demétrio Magnoli, intitulado "O Jornalismo Deliquente", publicado na Folha de S.Paulo. No texto, o autor critica dois repórteres do jornal, responsáveis pela matéria "DEM corresponsabiliza negros pela escravidão".

A reportagem, assinada por Laura Capriglione e Lucas Ferraz, aborda uma audiência pública realizada no Supremo Tribunal Federal (STF). Na sessão, segundo os jornalistas, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), tentou demonstrar o sistema de corresponsabilidade de negros no sistema escravista vigente no Brasil durante quatro séculos".

"Todos nós sabemos que a África subsaariana forneceu escravos para o mundo antigo, para o mundo islâmico, para a Europa e para a América. Lamentavelmente. Não deveriam ter chegado aqui na condição de escravos. Mas chegaram. (...) Até o princípio do século 20, o escravo era o principal item de exportação da pauta econômica africana.", declarou o senador, ao comentar o tráfico de escravos. Na ocasião, Torres ainda criticou o sistema de cotas para afro-descendentes.

Para Magnoli, os jornalistas da Folha escreveram um "panfleto disfarçado de reportagem" e tentaram "fazer da história um escândalo". "O jornalismo que abomina os fatos precisa de ajuda. O instituto da escravidão existia na África (como em tantos outros lugares) bem antes do início do tráfico atlântico (...) Amnésia lá, falsificação, manipulação e mentira aqui. Sempre em nome de poderosos interesses atuais", escreveu o sociológico.

Na avaliação da Fenaj e do SJSP, o artigo de Magnoli é um "um ataque covarde e desqualificado contra dois profissionais da Folha". No texto, as entidades ainda repudiam os termos utilizados pelo sociólogo, como "delinquentes" e "falsificação", e diz que os jornalistas apenas reportaram as falas do senador.

"O ataque é particularmente descabido pelo simples fato de que os repórteres restringiram seu trabalho a reportar as terríveis declarações do senador. Ao que parece, o sr. Magnoli presta um socorro ao parlamentar do DEM, certamente acuado pela repercussão negativa de suas infelizes palavras", afirmam as entidades, acrescentando que tanto Torres quanto Magnoli tentam "reescrever a história, apagando os horrores da escravidão". fonte Portal da Imprensa

Repórter de rádio é agredida por vigia da Prefeitura de João Pessoa (PB)

A jornalista Pollyana Sorentino, repórter da Rádio 98 FM, foi agredida, na manhã desta quinta-feira (11), por um vigia da Prefeitura de João Pessoa (PB), que estava locado em uma unidade do Programa de Saúde da Família (PSF), no bairro Ernesto Geisel. O incidente aconteceu no momento em que a jornalista fotografava um formigueiro existente no terreno da unidade médica.

Pollyana havia acabado de participar ao vivo no programa "Correio da Manhã", quando foi surpreendida pelo vigia, identificado como Joel. Segundo a jornalista, o homem se aproximou, agarrou-a pela mão até que soltasse o aparelho celular com que fotografava o formigueiro.

O vigilante tomou o aparelho e só o devolveu após ser aconselhado por outros funcionários do local. Uma viatura da Polícia Militar (PM) foi encaminhada ao PSF e deteve Joel.

Na delegacia, o vigilante se negou a explicar porque agrediu a jornalista e disse que se pronunciaria apenas na presença de um funcionário responsável da Prefeitura. Pollyana, por sua vez, foi ouvida.

Segundo informou o site PB Agora, o incidente teria ocorrido em razão de uma reportagem da jornalista sobre a falta de infra-estrutura na unidade do PSF de Geisel. Repórter de rádio é agredida por vigia da Prefeitura de João Pessoa (PB)
Redação Portal IMPRENSA

A jornalista Pollyana Sorentino, repórter da Rádio 98 FM, foi agredida, na manhã desta quinta-feira (11), por um vigia da Prefeitura de João Pessoa (PB), que estava locado em uma unidade do Programa de Saúde da Família (PSF), no bairro Ernesto Geisel. O incidente aconteceu no momento em que a jornalista fotografava um formigueiro existente no terreno da unidade médica.

Pollyana havia acabado de participar ao vivo no programa "Correio da Manhã", quando foi surpreendida pelo vigia, identificado como Joel. Segundo a jornalista, o homem se aproximou, agarrou-a pela mão até que soltasse o aparelho celular com que fotografava o formigueiro.

O vigilante tomou o aparelho e só o devolveu após ser aconselhado por outros funcionários do local. Uma viatura da Polícia Militar (PM) foi encaminhada ao PSF e deteve Joel.

Na delegacia, o vigilante se negou a explicar porque agrediu a jornalista e disse que se pronunciaria apenas na presença de um funcionário responsável da Prefeitura. Pollyana, por sua vez, foi ouvida.

Segundo informou o site PB Agora, o incidente teria ocorrido em razão de uma reportagem da jornalista sobre a falta de infra-estrutura na unidade do PSF de Geisel. Repórter de rádio é agredida por vigia da Prefeitura de João Pessoa (PB)
Redação Portal IMPRENSA

A jornalista Pollyana Sorentino, repórter da Rádio 98 FM, foi agredida, na manhã desta quinta-feira (11), por um vigia da Prefeitura de João Pessoa (PB), que estava locado em uma unidade do Programa de Saúde da Família (PSF), no bairro Ernesto Geisel. O incidente aconteceu no momento em que a jornalista fotografava um formigueiro existente no terreno da unidade médica.

Pollyana havia acabado de participar ao vivo no programa "Correio da Manhã", quando foi surpreendida pelo vigia, identificado como Joel. Segundo a jornalista, o homem se aproximou, agarrou-a pela mão até que soltasse o aparelho celular com que fotografava o formigueiro.

O vigilante tomou o aparelho e só o devolveu após ser aconselhado por outros funcionários do local. Uma viatura da Polícia Militar (PM) foi encaminhada ao PSF e deteve Joel.

Na delegacia, o vigilante se negou a explicar porque agrediu a jornalista e disse que se pronunciaria apenas na presença de um funcionário responsável da Prefeitura. Pollyana, por sua vez, foi ouvida.

Segundo informou o site PB Agora, o incidente teria ocorrido em razão de uma reportagem da jornalista sobre a falta de infra-estrutura na unidade do PSF de Geisel.
Redação Portal IMPRENSA

Será que é preciso multar?

Quem não disciplinar para a vida será disciplinado pela vida.,mas em Sarandi, muita gente só vai se disciplinar, se penalidades pesadas através de multas. Quando mexe no bolso o cidadão sente que cometeu inflação e pode se emendar.

Deu uma acalmada

Com a posse do novo prefeito Carlos de Paula deu uma acalmada na cidade. Até alguns blogueiros estão sem assunto.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Salve -se quem puder ,fidelidade não vai existir em 2010

Editoria Rede PDT - Ao visitar a 36ª edição da Expo-Umuarama o ministro da Agricultura, Reinold Stephanes (PMDB), voltou a declarar apoio à candidatura do senador Osmar Dias (PDT) para o Governo do Paraná, nas eleições de 2010. Em entrevista à imprensa, o ministro acha que este será o caminho natural dos partidos da base de apoio do presidente Lula, fato que foi acompanhado por inúmeras lideranças e recebido com entusiasmo pelo deputado pedetista Fernando Scanavaca, ex-prefeito da cidade, que na quinta-feira também participou da abertura do evento ao lado de Osmar, do atual prefeito Moacir Silva (PDT) e de outras autoridades. O senador Osmar foi a Umuarama prestigiar esta grande vitrine do agronegócio da região Noroeste e se mostrou entusiasmado com a realização da Expo-Umuarama e a boa receptividade à sua pré-candidatura para o Governo.
Nossa pergunta: NESSE CASO, COMO FICA ORLANDO PESSUTI , CANDIDATO NATURAL DO PMDB DO MINISTRO?

O prefeito, o deputado e o Campeão


Deputado Odilio balbinotti, Dunga ,Campeão e técnico da seleção e o prefeito Carlos de Paula
foto Amarildo Torres,postada no blog do Rigon

comentário do jornalista Messias Mendes e o blog do Gauchão

Denuncia o Blog do Gauchão que caminhões de Maringá estão levando lixo para Sarandi e voltam carregados com terra, "roubada" dos fundos do bairro São José. Segundo o blogueiro, "máquinas ficariam escondidas no matagal, aguardando os caminhões".
Aproveito o gancho da nota para lembrar pela enésima vez que Sarandi precisa se mobilizar e forçar a Coordenação da Região Metropolitana a iniciar um grande debate sobre o papel de Sarandi enquanto cidade dormitório de Maringá e sobretudo, a monstruosa dívida social que a cidade-polo tem para com o vizinho município (conurbado). Não é possível que continuemos fechando os olhos para a realidade cruel que ajudamos a construir em Sarandi ao longo dos anos, por meio de uma política de exclusão social implementada aquí.
Sarandi tem hoje perto de 100 mil habitantes, é a cidade de maior crescimento vegetativo do Paraná, mas a maioria da população que lá mora, que usufrui dos equipamentos públicos do município, trabalha em Maringá e , invariavelmente, gasta aquí na "cidade canção" grande parte do seu suado dinheirinho.
A discussão que se propõe não cabe o xenofobismo de fundo de quintal que muitos aquí alimentam. Quando o distrito foi emancipado de Marialva há tres décadas e virou município por lei estadual de autoria do deputado Antônio Facci (in memoriam), loteadoras de Maringá cresceram os olhos e foram abrindo loteamentos ao Deus dará, sem nenhuma infra-estrutura. Os terrenos foram vendidos aos magotes e a preços populares, com promessas de asfaltamento para no máximo um ano. O asfalto não chegou, a rede de água surgiu de maneira precária e esgotamento sanitário, nem pensar. Por conta dessa febre imobiliária, as administrações municipais de Maringá trataram de promover, com muito artificialismo, uma política de especulação imobiliária perversa, levando centenas de moradores do Jardim Alvorada, Vila Operária e outros bairros, a venderem suas propriedades e partirem para o novo "el dorado". O resultado é que Sarandi hoje é uma cidade cheia de problemas de infra-estrutura, quase insanáveis.
Por essas e outras é que sempre digo que Maringá tem muita culpa neste cartório. O mínimo que os gestores locais deveriam fazer, é respeitar mais a população de Sarandi, encabeçando ações políticas que facilitem o carreamento de recursos para Sarandi e ajudando a viabilizar projetos metropolitanos como a integração do transporte coletivo, via passe eletrônico e fazendo parcerias que viabilizem obras na divisa, como a que João Ivo e Cido Spada fizeram na ligação do Bertioga com o Parque São Pedro.