Jornal O Repórter Regional
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Declaração do procurador não contribui com trabalhos da CPMI, avaliam petistas
Os deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Dr. Rosinha (PT-PR), membros da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os tentáculos da quadrilha do contraventor Carlos Cachoeira, criticaram ontem as declarações feitas pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, aos órgãos de imprensa na noite de quinta-feira. O procurador considerou que as críticas à sua atuação nas investigações das atividades de Cachoeira tiveram motivação política, citando o processo do “mensalão”.
De acordo com os petistas, as declarações do procurador não contribuem com os trabalhos da CPMI e não respondem à pergunta da sociedade brasileira sobre o “engavetamento” do inquérito da Operação Vegas, desencadeada pela Polícia Federal.
“Acusações não ajudam no debate. O procurador-geral da República precisa explicar por que o Ministério Público não pediu abertura de inquérito no momento em que recebeu os autos da Operação Vegas, em 2009”, argumentou Paulo Teixeira.
De acordo com Teixeira, o não prosseguimento da investigação poderia ter alterado o processo eleitoral de 2010.
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